Sejam bem vindos

"Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes". (Paulo Freire)

sábado, 17 de julho de 2010

Beijos sem sabor


Sorrir a hipocrisia

De um mundo novo

E no meu peito o renovo

Numa verdadeira poesia


Tudo se tornar estranho

Em minha alma uma chantagem

Mas em meu coração há coragem

Tenho um coração de imenso tamanho


Mesmo assim tenho saudade

Quando me lembro do teu amor

Prendi-me em tua falsidade


Mergulhei nas profundezas da dor

Pois, nunca houve honestidade

Em tais beijos sem sabor.


Leonilson Bittencourt, 08 de outubro de 2003.

Sensação estranha


Sensação estranha

Que eu nunca senti

Era o calor ou o frio

Não sei

Só sei que era uma sensação única

Como a sensação do primeiro beijo

Ou algo assim

Foi tudo pra mim.


Leonilson Bittencourt, 10 de Julho de 2001

Estou tentando te esquecer


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Quando falam de amor
Logo me lembro de você
E o quanto nós nos amamos
Que pena, mas, tudo acabou!

O imenso amor que sentia foi embora
Talvez pra nunca mais voltar
Dando espaço há solidão
E deixou-me na contramão
Restando o meu pobre coração
Que só bate em ração de te amar

Agora estou tentando te esquecer
Então me diz o que eu posso fazer?
Pois é maior a dor de não te ter aqui comigo.

Leonilson Bitencourt.
                                                         20 de julho de 2001.

Saudade


Morro de saudade de você
Não consigo ficar um minuto sem te ver
E sinto vontade louca de te amar
Como é bom te ver chegar

Abraça-te sem se preocupar com nada
Vem me amar de verdade
Já não sei o que falar de minha amada
Pois, os teus beijos falam por minha realidade.

Leonilson Bittencourt, 13 de agosto de 2001.

A canção de Jasmim



Numa noite no jardim

Estava tudo perfumado

Tinha um aroma de jasmim

Que atraia o seu amado


Era apaixonante sim

O aroma parecia um chamado

Parecia que tudo era p’ra mim

Mas, não era eu o presenteado!


A Jasmim é a mais bela flor

Demais puro coração...

E pulsava nela o amor


Como uma leve canção

Uma eterna canção da dor

Cantava a jasmim a canção da ilusão.


Leonilson Bittencourt, 29 de Outubro de 2003.

Quão romântico sou eu?


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Sou romântico ao extremo de comparar a minha musa a uma flor:
Sou romântico, apaixonado, alucinado, me entrego ao amor;
Sou romântico de imenso coração de rei!
Sou ultimo romântico de consolo à solidão eu terei;

Ser romântico não é moda e sim uma dor;
É provar vida linda, mas, sem sabor!
Quão romântico sou eu?
Se algo de tão puro e de amor morreu;

Sou romântico para ver o teu sorriso;
Sou romântico enquanto houve a boémia e a madrugada;
Sou romântico enquanto o teu corpo me leva ao paraíso;

O meu romance não tem esperança em nada;
Pois se até o poeta Camões é indeciso!
Avalie! Eu que sonho acordar com minha doce e bela amada.

Leonilson Bitencourt, 24 de Março de 2003.