Sejam bem vindos

"Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes". (Paulo Freire)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Ao meu grande Amor



O meu grande amor

Que por mim não senti nada

Consegue me iludir com somente um olhar

Tenho pena dela

Pois, ainda não aprendeu amar

Então que ame eu por nós dois

Mas o meu esforço é em vão

Aparenta ser de pedra o seu coração


Não tenho mais nada para ofertar

Tudo o que eu fiz e sou

Não deste o mínimo valor

Nega a minha existência

Mas teimo em acreditar

Que toda a nossa história acabou


Os planos e as promessas de felicidade

Todos interrompidos sem explicação

Restando uma lacuna impreenchível no meu peito

Foste embora e levaste a metade de mim

Levaste a melhor parte que eu tinha

O meu sorriso, a minha paz e a minha alegria


Como pode me ensinar a voar

E não me preparaste para queda

A vida seque seu rumo como o rio

Não lamento mais a sua partida

Isso me fez aprender

Que quem se arrisca a amar

Está sujeito a sofrer.


Leonilson Bitencourt. 28 de junho de 2010.

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