Uma força violenta vinha me arrastar
Direcionava-me aos teus braços
Acalantava-me em teus abraços
E em teu colo podia descansar
eu era rio correndo para o Mar
na tranquilidade dormia a minha mente
Mas, nem sempre o Mar estavas contente
Lá vinha a pororoca para me afastar
Sem força fui empurrado do meu lugar
hoje sou apenas água a um lago banhar
Vou evaporando, secando até um dia se acabar
Leonilson Bitencourt Botelho, 13 de junho de 2015
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