A minha
alma está triste
O meu corpo
está cansado
Vou
solitário navegando nesse Mar
O que eu
falo não ecoa
O que penso
me destrói
O meu
prazer não tem mais sentido
E o meu
gozo é solitário
As águas
são calmas até demais
Ontem a
noite teve tempestade
Sobrevivo
por pura piedade
Só penso em
ser feliz e nada mais
Hoje
acabaram os mantimentos
Rasgaram-se
as velas do mastro principal
Estou sozinho
a deriva no mar
A cada dia
sou lançado num rochedo
A
tripulação amedrontada fugiu
Mas, eu
fiquei, pois aqui é o meu lugar.
Leonilson Bitencourt
13 de fevereiro
de 2013.
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